O que são lodos ativados e como eles funcionam?
Lodos ativados são um tipo de tratamento biológico de efluentes que utiliza microorganismos aeróbios para degradar matéria orgânica da água.
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
Lodos ativados são um tipo de tratamento biológico de efluentes que utiliza microorganismos aeróbios para degradar matéria orgânica da água.
A Sabesp tem investido continuamente no saneamento básico da região metropolitana da Baixada Santista.
Dados revelam saneamento básico deficitário em Minas Gerais; governo cria plano de universalização dos serviços de saneamento.
A ação contou com a presença do Governador Jorginho Mello e de prefeitos e autoridades locais.
A meta é, até 2033, universalizar o saneamento, ou seja, garantir que 90% da população atendida pela PPP tenha acesso
A Águas de Manaus assinou, na manhã da terça-feira (16), o Termo de Cooperação Técnica para execução de obras de
De acordo com um levantamento divulgado em março, revelou que, no Brasil, 100 milhões de pessoas não têm rede de
Até o dia 20 de maio, as obras que fazem parte do projeto da nova Estação de Tratamento de Esgoto
Obra vai proporcionar melhorias em saneamento para o município e contribuir para o desenvolvimento da região.
O objetivo é detectar infiltrações e rompimentos de rede, além de descartes irregulares de água pluvial e outros resíduos.
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”