Caerd destaca capacidade econômico-financeira
O presidente da Caerd, Cleverson Brancalhão esclarece que os contratos firmados com as companhias estaduais, antes do novo Marco Legal
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
O presidente da Caerd, Cleverson Brancalhão esclarece que os contratos firmados com as companhias estaduais, antes do novo Marco Legal
Marco Legal do Saneamento prevê garantir que 99% da população tenha acesso à água potável e 90% à coleta e
Comemorado nesta segunda-feira, 5 de setembro, o Dia da Amazônia chama a atenção da sociedade e convida para a reflexão
O Instituto Maramar, uma organização da sociedade civil de interesse público (OSCIP), lançou, essa semana, uma plataforma para promover o
Os senadores aprovaram, em votação simbólica, autorização para que a cidade de Blumenau (SC) possa contratar crédito externo de US$
O Plenário aprovou, em votação simbólica, mensagem presidencial que autoriza o governo do Pará a pegar empréstimo externo no valor
Entrega das obras pela Atibaia Saneamento aproxima o município das metas de universalização do esgoto.
Os índices de tratamento do esgoto dos municípios por onde passa o Ribeirão Quilombo avançaram nos últimos anos, contribuindo para
Em várias regiões do Brasil, onde há bastante disponibilidade de áreas próximas aos centros urbanos, o tratamento dos esgotos sanitários
O consórcio atua em três frentes no contrato: gerenciamento e planejamento dos empreendimentos, fiscalização e acompanhamento das obras e assessoria
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”