Nova empresa de saneamento promete investir mais de R$ 3 bi na Baixada Fluminense/RJ
Águas do Rio será responsável pelos serviços de distribuição de água, coleta e tratamento de esgoto.
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
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Assembleia apresenta proposta alternativa à regionalização do saneamento básico no RS Imagem Ilustrativa O presidente da Assembleia Legislativa, Gabriel Souza
As análises de DBO deverão ser realizadas em laboratórios acreditados pelo (INMETRO) ou outro organismo signatário de acordo de cooperação
Índice teve aumento de 9,8% na comparação com o mesmo período de 2020.
Informação foi atualizada pelo diretor-presidente Roberto Barbuti. Plano inicial era vender o controle da estatal em outubro deste ano.
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Uma iniciativa da Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração (Sobratema) e realização da Revista Grandes Construções, o evento
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De janeiro a julho deste ano, mais de 23 bilhões de litros de esgoto in natura deixaram de ser descartados no meio
Representada pelo diretor Oscar Cordeiro Netto, a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) participou do WDMA Webinar: Novas
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”