Universidades norte americanas testam amostras residuais no combate ao COVID-19
Para proteger as comunidades de potenciais surtos de COVID-19, o tempo de resposta é crítico.
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
Para proteger as comunidades de potenciais surtos de COVID-19, o tempo de resposta é crítico.
Mais de 300 casas foram evacuadas após o vazamento do reservatório que acumula subprodutos tóxicos usados na produção de fertilizantes.
A estimativa da Corsan é que, com a ampliação e outras obras de redes de esgoto pela cidade, mais 11
Neste momento, aproximadamente 80 obras, apenas no perímetro urbano, estão a todo vapor em 56 municípios do Estado.
Segundo a OMS, existe uma relação direta entre saúde e saneamento básico, pois a cada R$1 investido em esgotamento sanitário,
Plano de Investimentos da Caesb pretende expandir e melhorar os sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário.
Copasa poderá buscar junto ao mercado financeiro até R$ 243,7 milhões para intervenções em 37 cidades.
O leilão para a privatização da Cedae está previsto para o dia 30 de abril.
Na atual gestão do Governo do Estado, a Sanesul já investiu cerca de R$ 13,5 milhões no município de Inocência.
Com a aprovação do novo Marco Legal do Saneamento foram estabelecidas ações que os municípios necessitam adotar no curto prazo
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”