ANE realiza melhorias nas instalações dos sistemas de água e esgoto de Santa Rita/PB
O serviço foi realizado na parte interna da Estação de Tratamento de Água (ETA), potencializando a responsabilidade da ANE com
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
O serviço foi realizado na parte interna da Estação de Tratamento de Água (ETA), potencializando a responsabilidade da ANE com
Ao todo, a obra ocupa 7 mil metros quadrados (m²), em um trecho deste afluente do Capibaribe, que corta o
No período, as principais obras a ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) no Caetetuba e a implantação da
No total, foram investidos R$ 21,7 milhões e instalados 24 quilômetros de redes.
Estudo do Instituto Trata Brasil avalia os indicadores de saneamento básico dos 100 maiores municípios do Brasil.
Prefeitura destacou a construção do aterro sanitário e o Plano Municipal de Saneamento Básico, o PMSB.
Sistema já é considerado o maior do Estado e amplia o abastecimento na capital paraense em benefício direto de cerca
Essa NR aborda a padronização dos aditivos aos contratos de programa e de concessão, para a prestação de serviços de
No período, a BRK, concessionária responsável pelos serviços de esgoto do município, elevou o índice de tratamento a 89%, um
Empresa subdelegada da Saneago já executa obras de implantação de redes coletoras na cidade; expectativa é de que o serviço
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”