Águas do Rio vai investir R$ 26 milhões em saneamento básico em Cantagalo/RJ até 2026
Às vésperas do início atividades do Águas do Rio, a vice-prefeita da cidade, Manuela Teixeira, e o diretor superintendente da
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
Às vésperas do início atividades do Águas do Rio, a vice-prefeita da cidade, Manuela Teixeira, e o diretor superintendente da
Estudo aponta que entre 2000 e 2019, cerca de 312 cidades, em 36 países, reestatizaram o serviço de saneamento.
Pelo TAC firmado em 2010, deveriam ter sido adotadas, em duas etapas, as medidas necessárias para a ampliação do sistema
O documento tem validade de cinco anos e prevê a cooperação entre o MDR, a Agência Nacional de Águas e
Os projetos serão avaliados por metodologia técnica desenvolvida pelo BID, contarão com suporte e avaliação da ABNT (Associação Brasileira de
Adoção deste recurso traz mais segurança, gerando benefícios tanto para a comunidade quanto para o meio ambiente.
A cidade de Joinville, em Santa Catarina, vai poder financiar mais de 25 milhões de reais em recursos do Fundo
A Empresa Municipal de Água Potável de Guayaquil – Equador (EMAPAG) adjudicou à ACCIONA a construção da Estação de Tratamento
As Estações de Tratamento de Esgoto projetadas em tamanhos mais compactos têm sido cada vez mais utilizadas pela Cagece e
O presidente do TCE, Tribunal de Contas de Mato Grosso, conselheiro Guilherme Maluf, recebeu a consolidação final do estudo e
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”