Prazo para preenchimento do SNIS encerra no fim do mês
O prazo para o preenchimento do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) encerra no próximo 31 de maio.
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
O prazo para o preenchimento do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) encerra no próximo 31 de maio.
O sistema de saneamento básico da cidade de Ibirama recebeu um importante impulso na tarde desta quinta-feira, 13.
A autarquia atingiu a maioria das metas do ano passado.
Workshop contará com a presença do presidente, Coronel Giovanne Silva na abertura.
Segundo documento, obtido com exclusividade pela CNN, empresas terão que comprovar que têm recursos e eficiência para entregar investimentos necessários.
Outra parceira na melhoria do saneamento regional é a tecnologia, que serve de apoio à gestão de financiamentos externos.
A Zona Oeste, que foi deixada de lado no leilão, tem muitos problemas ambientais.
Entre as alterações propostas, estão modificações nas funções regulatória, fiscalizadora e sancionária da Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de
Projeto regulamenta marco legal do setor e prevê meta de universalização até 2033.
As obras serão feitas no Morro das Pedras, em BH, e no Complexo da Vila Ideal, em Ibirité; Copasa visa
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”