Cidades do Paraná lideram ranking nacional de saneamento básico
Outras quatro cidades – Cascavel, Ponta Grossa, Foz do Iguaçu e Londrina – figuram entre as quinze melhores do país,
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
Outras quatro cidades – Cascavel, Ponta Grossa, Foz do Iguaçu e Londrina – figuram entre as quinze melhores do país,
A decisão foi oficializada durante uma cerimônia realizada na sexta-feira, dia 15, e tem sido recebida com entusiasmo pela comunidade,
O material saiu da cidade japonesa de Mashiko, na província de Tochigi, e viajou por dois meses até desembarcar em
O tratamento de esgoto é um processo complexo que envolve várias etapas para remover poluentes e impurezas da água residual,
A Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) vai investir cerca de R$ 83 milhões em obras no Litoral Norte neste ano
Agora, os municípios de São José de Ribamar e Paço do Lumiar contam com um sistema moderno que proporciona mais
O Brasil vive – mais uma vez- um dos seus maiores desafios na área da saúde pública com o aumento
A CASAN vai adotar o programa Esgotamento Sobre Rodas para atingir a meta definida pelo governador Jorginho Mello de 50%
Estão sendo assentados quase 38 quilômetros de tubulação de esgoto que vão permitir que 1.635 residências localizadas nos bairros Anhembi,
Entenda como o decantador opera para remover o lodo do tratamento e preparar o efluente para a desinfecção final, garantindo
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”