Com meta de chegar a 100%, saneamento em Campo Grande já tem 89% de cobertura
Campo Grande deve ser a primeira capital do País a atingir a cobertura total de esgoto. A empresa à frente
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
Campo Grande deve ser a primeira capital do País a atingir a cobertura total de esgoto. A empresa à frente
A Caesb recomenda que não sejam descartados na rede de esgoto materiais sólidos em pias, vasos sanitários, ralos ou tanques
Em 2023 mais de 2 mil toneladas de lixo foram retiradas do esgoto de três cidades do Tocantins: Palmas, Porto
Entre os indicadores analisados para o prêmio, três estão relacionados ao saneamento básico: acesso às redes, abastecimento de água e
Durante solenidade na sexta-feira (26), o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, entregou a obra de ampliação do sistema de esgotamento
A nova tecnologia ajudará a melhorar ainda mais a eficiência das unidades. Com isso, cerca de 410 mil pessoas desses
O cenário aparece em um estudo do Tribunal de Contas catarinense (TCE-SC), que aprovou, na segunda-feira (22), uma série de
A Cagece iniciou a recuperação de cerca de 2,4 km de um dos equipamentos de esgoto mais importantes de Fortaleza,
Com a meta de ofertar o serviço de tratamento de esgoto para 90% da cidade até 2033, o projeto Trata
Na terça-feira (23), a Águas de Manaus, concessionária que opera o serviço de água e esgoto, lança um plano para
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”