Águas do Rio investe R$ 750 milhões em nova Estação de Tratamento de Esgoto (ETE)
A estação faz parte do projeto de implantação dos sistemas de esgotamento sanitário nesses dois municípios, que terão os serviços
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
A estação faz parte do projeto de implantação dos sistemas de esgotamento sanitário nesses dois municípios, que terão os serviços
O município conquistou o 4º lugar no quesito Tratamento de Esgoto, um dos temas de avaliação para os números finais
No avançado cenário do tratamento de água, a busca por soluções inovadoras é primordial para garantir o abastecimento de água
Nas cidades atendidas pela empresa, algumas destas estruturas estão equipadas com sensores que medem o nível de esgoto e alertam
No município, 99,65% da população urbana e rural é atendida com redes de água, e 98,81% com redes de esgoto,
A autarquia, disposta a ouvir sugestões e observações da população, torna pública a consulta virtual para revisão.
Trecho do relatório do IMA destaca que a Emasa, durante meses, jogou esgoto bruto no rio Camboriú, sem que a
Após a conclusão das obras, todas as residências e estabelecimentos comerciais da região serão atendidos com água e rede de
A quantidade de água desperdiçada durante o processo de tratamento foi reduzida em 26,6%, o que corresponde a 24,83% de
O anteprojeto é parte do processo de estudo sobre a concessão do serviço de distribuição de água e esgotamento sanitário
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”