Concessões de saneamento devem atrair R$ 17,7 bi em investimentos
Projeção da associação de operadores privados considera os 22 projetos que devem ser leiloados até o fim de 2023.
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
Projeção da associação de operadores privados considera os 22 projetos que devem ser leiloados até o fim de 2023.
O acesso a água tratada e coleta de esgoto é um direito universal, tanto que ele é um dos 17
O Saneamento Básico contempla quatro eixos: abastecimento de água, esgoto sanitário, tratamento dos resíduos sólidos (lixões) e regime hídrico das
Conforme o município, a troca de gestão e administração do serviço público deve acontecer dentro de 30 dias.
Os leilões realizados entre 2020 e 2021 ultrapassaram a barreira dos R$ 45 bilhões. A estimativa é de que essas
ONG e iniciativa privada se unem para implantar modelo de saneamento básico, em comunidade de São Bernardo do Campo, que
Desafios e Soluções do Monitoramento para Água e Esgoto Desafio: Comunicar remotamente PLCs espalhados em diversas unidades do sistema de
Recursos serão destinados a obras de abastecimento de água, esgotamento sanitário, saneamento integrado e manejo de águas pluviais.
O Governo do Estado do Piauí vai enviar, na quarta-feira (9), para a Assembleia Legislativa, um projeto de lei que
A Cedae assinou, na manhã desta quinta-feira (03/03), contrato para início da primeira etapa das obras da Estação de Tratamento
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”