Brasil mantém cerca de 3 mil lixões abertos
As áreas de disposição inadequada receberam cerca de 39% do total de resíduos coletados no Brasil no mesmo ano —
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
As áreas de disposição inadequada receberam cerca de 39% do total de resíduos coletados no Brasil no mesmo ano —
Os dados são do Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2023, produzido pela Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente
A reunião foi realizada na sede da Prefeitura de Espírito Santo do Pinhal e contou com a presença de prefeitos,
A RHI Magnesita coletou aproximadamente 30 mil toneladas de resíduos de refratários no Brasil em 2023, destinando-os para o reaproveitamento.
Segundo o levantamento, mais de 90% dos moradores e domicílios são atendidos por equipes de limpeza urbana.
A Unidade de Tratamento e Gestão de Resíduos Sólidos (UTGR) de Lençóis Paulista deverá começar a ser implantada em outubro
Além de crime ambiental, o descarte irregular de resíduos sólidos traz diversos prejuízos ao meio ambiente e à população. Estes
Segundo alerta feito pela ONU nesta quarta-feira, 28, o volume de resíduos no mundo, que atingiu 2,3 bilhões de toneladas
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Goiás (Semad) apresentou, na segunda-feira, 26, os mapas que
Com o advento da contemporaneidade e da era de novas tecnologias e saberes, houve o aumento de consumo da sociedade
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.