Setor de resíduos sólidos pede que Governo Federal vete artigo do novo Marco do Saneamento que permite contratos sem licitação
Entidades do setor de resíduos sólidos vão recorrer ao Governo Federal pedindo o veto do artigo 20 do novo Marco
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Entidades do setor de resíduos sólidos vão recorrer ao Governo Federal pedindo o veto do artigo 20 do novo Marco
Muita espuma no espelho d’água, lixo acumulado e até uma ponte encoberta formaram o cenário do Rio Tietê na cidade
Eles também convergiram quanto ao valor da busca de alternativas e tecnologias de tratamento de resíduos.
Com a reciclagem de pilhas e aparelhos eletroeletrônicos sem mais utilidade para a população, o chamado lixo eletrônico, não é
O novo aterro vai atender Campo Grande, Bandeirantes, São Gabriel do Oeste, Jaraguari, Rio Negro, Corguinho, Dois Irmãos do Buriti
A diretora-presidente da (Cetesb), Patrícia Iglecias, participou da abertura da transmissão online ao vivo com o tema “Iniciativas em Resíduos Sólidos
Em período de pandemia da Covid-19, o manejo de resíduos sólidos exige ainda mais atenção já que são possíveis transmissores
De acordo com a análise, em maio acentuou ainda mais a redução da destinação dos resíduos, se comparado com fevereiro,
O (Inea) registrou um aumento significativo no recolhimento de lixo flutuante e plantas na Baía de Guanabara durante o período
Patrícia Iglecias abordou a importância, neste momento, da boa gestão dos resíduos sólidos no território paulista, onde praticamente 100% dos
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.