Empresas verdes terão vantagem em licitações, aprova CMA
O projeto também cria o selo Empresa Parceira do Meio Ambiente, concedido pelo poder público e com validade de 2
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
O projeto também cria o selo Empresa Parceira do Meio Ambiente, concedido pelo poder público e com validade de 2
O Brasil possui mais de três mil lixões a céu aberto, uma prática que apesar de proibida no país desde
O prefeito Sebastião Melo recebeu o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, que participou do ato de implantação da Central
A iniciativa envolve a disponibilização de informações nas redes sociais da empresa e visitas de orientação a estabelecimentos comerciais e
Com a sanção, fica autorizada a constituição do Fundo de Investimentos (ProRecicle), cujos recursos serão destinados a projetos de reciclagem
Segundo pesquisa do Ipsos, no Brasil, a reciclagem ainda ocupa o quinto lugar no ranking de bons hábitos praticados.
A produção de biogás é um dos primeiros projetos que o Instituto Amazônia+21 deve instalar em Roraima. A iniciativa visa
Para carregar todo o lixo da região são necessárias pelo menos 65 viagens de caminhões trucados (eixo com 4 rodas)
Seminário no Estado da Bahia | Evento será realizado no Hotel Fiesta | Quando: Nesta quinta-feira (9), das 13h30 às
Um dos primeiros projetos de negócios sustentáveis na região amazônica a serem desenvolvidos pelo Instituto Amazônia+21 será o de biogás,
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.