Mundo produz 50 milhões de toneladas de e-lixo ao ano,diz ONU
De acordo com a OIT, somente 20% e-lixo é reciclado
13/05/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
De acordo com a OIT, somente 20% e-lixo é reciclado
Guararema sedia nesta segunda-feira (22) l, o 2º Fórum de Resíduos Sólidos do Alto Tietê, promovido pelo Consórcio de Desenvolvimento dos
Rodrigo Fachini, protocolou nesta semana um projeto de lei que torna obrigatória a destinação ambientalmente adequada de resíduos sólidos orgânicos.
Na prática, o resultado é de extrema importância: houve diminuição dos pontos de descarte irregular de entulho
Segundo a Compesa, foram encontradas 126 toneladas de resíduos sólidos nos encanamentos em 2018, contra 106 toneladas retiradas em 2017.
Até a última sexta-feira (12) apenas 42% das prefeituras paraibanas tinham enviado ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB) seus
Um debate sobre o encerramento dos lixões em Alagoas, os consórcios públicos e os planos e gestão de resíduos
Os resíduos da construção civil são aqueles provenientes de construções, reformas, reparos e demolições em obras de construção civil.
Abeaço assina junto ao Ministério do Meio Ambiente o 1º Termo de Compromisso para implantação do sistema de logística reversa
Novo relatório aponta caminhos para acelerar a transição energética em prol do clima global até 2050, com a criação de
Os investimentos em saneamento dispararam nos últimos anos graças ao novo Marco Legal, mas um nicho que “ficou para trás” está sendo visto por muitos como a próxima grande oportunidade do setor.
Nos últimos meses, uma sequência de notícias sobre concessões esvaziadas, revisões de modelagens e redução do interesse privado em projetos de saneamento reacendeu um debate incômodo. O novo marco legal do setor (Lei 14.026/2020) estaria falhando em sua principal promessa: a universalização dos serviços até 2033?