Brasil perde R$ 3 bilhões ao ano por deixar de reciclar resíduos
A volta dos lixões não apenas gera mais impactos ao ambiente e à saúde da população, como faz com que
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
A volta dos lixões não apenas gera mais impactos ao ambiente e à saúde da população, como faz com que
É o que estabelece o projeto de lei 1.649/16, que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj)
De acordo com Gabriela Certório, o objetivo é oferecer aos munícipes alternativas ambientalmente adequadas de destinação de seus resíduos sólidos.
Outro agravante é a falta de uma empresa de varrição, já que o contrato com a antiga empresa foi
É esta a proposta do município do estado do Rio Grande do Sul para os materiais orgânicos que, hoje, são
Isso resulta, só na cidade de São Paulo, em 18mil toneladas diárias de resíduos que custam aos cofres públicos 1,5
A cidade, aliás, é a única da região que ainda não tem o Plano Municipal de Resíduos Sólidos, que inclui
Os alemães se orgulham de seu sistema de reciclagem; até mesmo livros infantis contam a história das latas coloridas.
A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) acaba de completar oito anos e ainda assim o País vive um grande
A Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre) apresentou aos membros do Ministério Público do Meio
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.