Mirante/SP atua em conformidade com a Política Nacional de Resíduos Sólidos
A concessionária Mirante, responsável pelo esgotamento sanitário da área urbana de Piracicaba por meio de uma PPP (Parceria Público-Privada) com
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
A concessionária Mirante, responsável pelo esgotamento sanitário da área urbana de Piracicaba por meio de uma PPP (Parceria Público-Privada) com
A conquista é resultado da ampliação e modernização da Central de Tratamento de Resíduos Sólidos da unidade com o objetivo
A Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (ABREN) estima que tenham sido investidos R$ 150 milhões em usinas de
O lixo hospitalar era um grande problema antes da pandemia da covid-19, principalmente em países de baixa renda.
A Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade abriu, nesta segunda-feira (7/3), para consulta pública a minuta do decreto de
Criado em 1991, o ICMS Ecológico ajuda a aumentar a renda dos municípios que possuem ações ambientais.
Um diagnóstico feito pelo programa Lixo Fora D’Água, da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe),
Startups aproveitam maior geração de lixo domiciliar durante a pandemia, que cresceu 4%; Brasil é 4.º maior produtor de resíduos.
Investimentos em plantas de Reciclagem Mecânica e Avançada junto com a Valoren, além de um Centro de Desenvolvimento de Embalagens
ABREN e ABEMI se reúnem com o Ministro do Meio Ambiente para discutir a valorização energética de resíduos.
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.