Diagnóstico de lixo marinho será realizado em Ipojuca/PE para identificação de fontes poluidoras
A iniciativa internacional foi lançada no fim de 2017, a partir de constatações de que cerca de 80% do lixo
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
A iniciativa internacional foi lançada no fim de 2017, a partir de constatações de que cerca de 80% do lixo
Segundo o IBGE, dá para se ter uma ideia de quantas baterias de chumbo ácido são descartadas ao longo dos
Em primeira instância, foi concedida liminar impondo o limite de altura à pilha de escória e resíduos.
Estudantes do Centro de Ensino Médio 2 do Gama, no Distrito Federal, desenvolveram um plástico biodegradável, feito da casca da
O carbono é um elemento químico fundamental para a produção de diversos produtos, como cosméticos, plásticos e medicamentos.
O piscinão Jaboticabal é um equipamento fundamental para a drenagem urbana do Grande ABC, pois é uma obra com impacto
Em 2020, a CETESB passa a receber a Declaração Anual de Resíduos Sólidos em formato eletrônico de formulário específico disponibilizado
Ainda segundo o diretor adjunto, quando o aterro foi construído, em 2017, não havia preocupação de tratamento de chorume, que
No mesmo registro, os técnicos alertam sobre a necessidade de uma nova empresa, além da que já opera no local,
Mas o sistema de logística reversa deve ser constituído considerando a responsabilidade compartilhada.
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.