Projeto prevê construção de usina para tratar lixo e produzir energia elétrica
Imagem Ilustrativa Um projeto do Consimares (Consórcio Intermunicipal de Manejo de Resíduos Sólidos da Região Metropolitana de Campinas) prevê a
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Imagem Ilustrativa Um projeto do Consimares (Consórcio Intermunicipal de Manejo de Resíduos Sólidos da Região Metropolitana de Campinas) prevê a
No Aeroporto de Salvador, desde o ano passado, 100% dos resíduos sólidos gerados dentro da edificação são recuperados, em vez
Estudo indica que o país reciclou mais de 23% dos resíduos plásticos pós-consumo produzidos em 2020.
O objetivo será debater a elaboração do Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB) e o Plano de Gestão Integrada de
O Rio Grande do Sul já destina 95% dos resíduos sólidos urbanos para aterros sanitários, uma realidade bastante diferente de
O Grupo Boticário tem 16 compromissos para o futuro. E dois deles estão relacionados com a gestão de resíduos e
O licenciamento simplificado resume todas as etapas do procedimento administrativo a uma única fase e o órgão ambiental emite apenas
Imagem Ilustrativa Com o final de COP26, o Índice de Sustentabilidade da Limpeza Urbana – ISLU 2021 indica que, caso
Atividades práticas de oficinas foram ministradas em espaços públicos municipais, que já trabalham a compostagem orgânica.
O plenário do Senado Federal aprovou em 17.11.2021, sem modificações, o Projeto de Lei n.º 6.545, de 2019, de autoria
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.