Pavimentação do acesso ao Aterro Sanitário traz melhorias na coleta de resíduos em João Pessoa/PB
Além da Capital, a obra de pavimentação trará benefícios diretos a coleta de mais quatro municípios que fazem parte da
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Além da Capital, a obra de pavimentação trará benefícios diretos a coleta de mais quatro municípios que fazem parte da
A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) acaba de completar oito anos e ainda assim o País vive um grande
Dos 180 locais diagnosticados como focos de despejo irregular de resíduos no início de 2017, quando a atual gestão assumiu
A inclusão da logística reversa para a concessão ou renovação de licenças ambientais para empresas Estado de São Paulo, regulamentada
Todo o material reciclado nas dependências do governo do Distrito Federal vai ser monitorado por meio do Sistema de Gestão de
Destaque e entregar certificados aos prefeitos pela gestão sustentável dos resíduos sólidos em suas cidades.
O destino dado aos resíduos gerados pela atividade humana é uma questão cada vez mais importante.
Inquéritos Civis Públicos foram instaurados na Promotoria de Guajará-Mirim para apurar as deficiências sanitárias de ambos os municípios.
O documento foi redigido pelos ministérios do Meio Ambiente e do Comércio, além da Comissão Nacional para a Reforma e
Ainda engatinhando no país como uma fonte renovável de produção de energia elétrica, o biogás, originado dos resíduos sólidos armazenados
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.