Nove municípios da Paraíba ainda têm lixões a céu aberto, indica MP
O Ministério Público da Paraíba (MPPB) divulgou que nove municípios paraibanos ainda utilizam lixões para despejar resíduos sólidos em terrenos
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
O Ministério Público da Paraíba (MPPB) divulgou que nove municípios paraibanos ainda utilizam lixões para despejar resíduos sólidos em terrenos
A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti) pretende dar início, no próximo mês, a implementação de
O último prazo é para municípios que constam com população inferior a 50 mil habitantes, conforme o Censo de 2010
Uma pesquisa que investigou a gestão pública de resíduos sólidos em Minas Gerais apontou os principais desafios no gerenciamento do
O tratamento desses efluentes antes que sejam depositados em recursos hídricos, como os rios, evita a poluição desses ambientes e
A maior parte em países de baixa renda, onde a geração deve triplicar. Em 2016, 2 bilhões de toneladas/ano foram
Intitulada Contribuições científicas em resíduos sólidos: compilação de estudos do Neper, reúne todos os estudos conduzidos pelo grupo até 2022.
Sessão pública de abertura das propostas estava agendada para segunda-feira (18).
Belém vai sediar daqui a dois anos a primeira Conferência do Clima da ONU na história do Brasil.
Essa é a sétima edição do Índice de ISLU, desenvolvida pelo Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana (Selur) e pela
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.