Governo de SP abre consulta pública inédita e lança plano para combater lixo no mar
Iniciativa quer enfrentar poluição marinha que afeta saúde pública e economia do litoral; plásticos representam mais de 90% do lixo
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
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O cálculo da cobrança de serviços de resíduos sólidos, sugerido pela ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico), para
Projeto já tem licença de instalação concedida pela Cetesb. Empreendimento ficará ao lado de aterro que atende Americana, Santa Bárbara
A gestora de impacto Just Climate, fundada pelo ex-vice-presidente americano Al Gore, e a plataforma de logística reversa EuReciclo estão
Um levantamento mostra que apenas 8,7% dos resíduos urbanos são reciclados no país. Além disso, evidencia que as metas de
Levantamento analisou a gravimetria de resíduos e identifica gargalos em embalagens multicamadas e poliestireno colorido para reciclagem.
Está aberta consulta pública referente à minuta de resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) que estabelece critérios e
A Comissão Estadual de Gestão de Resíduos Sólidos anunciou que lançará a nova versão do Plano Estadual de Resíduos Sólidos
A parceria entre nossa instituição e o Portal do Saneamento ganha novos capítulos com a realização da Missão Técnica em
Prazo para contribuir com propostas que regulamentam índice de reciclabilidade e gestão de rejeitos vai até 11 de fevereiro.
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.