Reciclagem avançada pode impulsionar economia circular
População e indústria estão cada vez mais conscientes de que o cuidado com o meio ambiente passa pelo reaproveitamento de
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
População e indústria estão cada vez mais conscientes de que o cuidado com o meio ambiente passa pelo reaproveitamento de
O descarte do lixo urbano tornou-se um problema ambiental agravado ainda mais após a pandemia da Covid-19.
Imagem Ilustrativa Um estudo da International Solid Waste Association (ISWA), uma organização sem fins lucrativos que reúne profissionais do setor
A decomposição de resíduos de alimentos em aterros sanitários em locais como Buenos Aires, Nova Délhi, Mumbai e Lahore está
Já foram publicadas as promulgações de trechos vetados na Lei 14.260, de 8 de dezembro de 2021, que estabeleceu incentivos
Até o momento já foram captados R$ 58 milhões. Destes, R$ 30 milhões são recursos do BNDES Fundo Socioambiental e
Os resultados da Prolata seguem em ascensão. Entre abril e junho de 2022, a associação reciclou mais de 17 mil
A má gestão de resíduos sólidos é um dos principais problemas enfrentados pelas cidades brasileiras, principalmente em grandes metrópoles como
A ação decorre no âmbito do projeto “Zero Lixões: por um Piauí mais limpo”.
Somente no Estado o consumo per capita do fruto chega a 17,8 litros por ano, sendo o principal produtor de açaí do
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.