Lixões persistem e coleta seletiva ainda não é universal: IBGE revela como o Brasil lida com os resíduos
De acordo com a pesquisa, que analisou a gestão do saneamento básico no país, 31,9% dos municípios brasileiros ainda utilizam
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
De acordo com a pesquisa, que analisou a gestão do saneamento básico no país, 31,9% dos municípios brasileiros ainda utilizam
O ministério da Casa Civil divulgou a lista de projetos vencedores dentro do novo PAC – Seleções Resíduos Sólidos, quatro
O projeto busca ser referência no setor de reciclagem e na promoção de sustentabilidade.
Além disso, temos visto a crescente adesão dos setores econômicos aos sistemas de logística reversa previstos na Lei nº 12.305/2010
De acordo com dados da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), cerca de 46% dos municípios
A falta de regulamentação e conscientização tornava difícil o manejo adequado dessas embalagens.
O tema tem relação direta com trechos do Código Florestal (Lei 12.651/2012) e com direitos de estatura constitucional, a exemplos
Uma atualização mostra que mais de R$ 116 milhões já foram gastos para limpeza do rio; painel às margens do
O desperdício na construção civil no Brasil pode chegar a 40%. Esse cenário compromete tanto os custos das obras quanto
A partir do acordo, as instituições irão colaborar por meio da troca de conhecimento quanto às melhores práticas em regulamentação
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.