Viracopos/SP destina 500 toneladas de resíduos não recicláveis para gerar energia
Desde janeiro deste ano, o aeroporto passou a destinar seus resíduos não recicláveis para uma Usina de Valorização de Resíduos
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Desde janeiro deste ano, o aeroporto passou a destinar seus resíduos não recicláveis para uma Usina de Valorização de Resíduos
Portaria publicada permite parceria com empresas e auxilia no reparo sustentável de estradas vicinais, gerando economia aos cofres públicos.
Com as tecnologias certas, o Reino Unido poderia recuperar matérias-primas críticas no valor de £ 13 milhões por ano.
As mudanças climáticas trarão inevitavelmente, consequências dramáticas em todos os aspectos de nossas vidas.
Com investimentos em todos os níveis, seria possível transformar resíduo em solução social e econômica.
A cidade de São Paulo gera, anualmente, mais de 5 mil toneladas de resíduos sólidos que são, quase inteiramente, despejados
Projeto entre entidade e município tem como objetivo assegurar a destinação final ambientalmente correta de 100 % dos produtos eletroeletrônicos
Pela lei, todos os municípios brasileiros tinham até o dia 15 deste mês para instituir a taxa de resíduos sólidos.
As maiores empresas britânicas de alimentos estão unidas em seus planos para combater o desperdício de alimentos em 30%.
O retorno das pessoas ao trabalho tem refletido também na coleta de resíduos em Jundiaí.
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.