Governo Federal regulamenta correto descarte de medicamentos
O descarte inadequado de medicamentos pode causar diversos impactos ambientais, como a contaminação do solo e das fontes de abastecimento
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
O descarte inadequado de medicamentos pode causar diversos impactos ambientais, como a contaminação do solo e das fontes de abastecimento
Em janeiro deste ano, a Prefeitura de Niterói apresentou o Plano Municipal de Saneamento Básico em audiência pública na Câmara
Um projeto implantado em Piracicaba (SP) consegue reaproveitar o lodo que sobra do tratamento de esgoto para ser usado como
Segundo o Panorama dos Resíduos Sólidos 2018/2019 da Abrelpe, o Brasil destinou a lixões ou aterros controlados 29,5 milhões de toneladas de resíduos.
Já o aterro sanitário foi projetado, licenciado e construído para disposição final de resíduos não perigosos provenientes de indústrias, comércios
O primeiro impacto na coleta foi a parada do serviço logo no início das medidas de isolamento social.
A Prefeitura de São Luís, por meio do Comitê Gestor de Limpeza Urbana, segue realizando a desinfecção de espaços públicos
De autoria do deputado estadual Dilmar, um projeto de lei já aprovado na Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa
A mudança nas frotas é apontada também como alternativa para interiorizar o consumo pelo energético, ajudando a desenvolver o mercado
O Plano Municipal de Resíduos Sólidos é utilizado como avaliação qualitativa para pontuação do ICMS Ecológico.
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.