Ministério do Meio Ambiente inaugura central de tratamento de resíduos na Bahia
O ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles participou hoje da inauguração da Central de Tratamento e Valorização de Resíduos (CTVR)
13/05/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
O ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles participou hoje da inauguração da Central de Tratamento e Valorização de Resíduos (CTVR)
O lixo eletrônico tem o nome técnico de Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrônicos (REEE).
O Brasil é um dos maiores produtores de lixo do mundo e está entre os quatro maiores fabricantes de plástico
A unidade de tratamento com tecnologia Osmose Reversa atende com alguma folga a demanda local de tratamento do efluente e
A votação registrou 300 votos a favor e 122 contra.
A maior parte das atividades será organizada pela Comissão de Meio Ambiente da ALE-AM, presidida pelo deputado estadual Fausto Jr.
Em carta, nove ex-ministros do Meio Ambiente afirmam que o projeto de lei prejudica desenvolvimento sustentável.
A proposta analisada pelos deputados tem relatoria do deputado Lafayette de Andrada (Republicanos-MG).
Cerca de duas décadas atrás, a maior parte da conversa sobre micropoluentes destruidores de planetas estava centrada nos nonilfenóis (NPs).
Iniciativa beneficiará 1,4 milhão de pessoas dos municípios integrantes do Consórcio de Municípios da Mogiana.
Os investimentos em saneamento dispararam nos últimos anos graças ao novo Marco Legal, mas um nicho que “ficou para trás” está sendo visto por muitos como a próxima grande oportunidade do setor.
Nos últimos meses, uma sequência de notícias sobre concessões esvaziadas, revisões de modelagens e redução do interesse privado em projetos de saneamento reacendeu um debate incômodo. O novo marco legal do setor (Lei 14.026/2020) estaria falhando em sua principal promessa: a universalização dos serviços até 2033?