Desenvolve SP lança linha de crédito Economia Verde (LEV) – Saneamento e Resíduos
A iniciativa integra a série de medidas da instituição financeira para estimular a retomada da economia de forma sustentável para
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
A iniciativa integra a série de medidas da instituição financeira para estimular a retomada da economia de forma sustentável para
Esse objetivo foi reforçado pelo secretário Jaime Verruck, da Semagro, na palestra “Mato Grosso do Sul – Estado Carbono Neutro”,
O objetivo é utilizar biologia sintética para solucionar contaminação por líquido do Aterro Sanitário de Brasília e fornecer energia elétrica
O Projeto de Lei 1884/21 permite que municípios com população inferior a 50 mil habitantes no Censo 2010 usem alguns
Desde 2019, 601 lixões deixaram de ser utilizados no Brasil, o que representa 18,5% do total. No entanto, outros 2.655
Secretário nacional de Saneamento, Pedro Maranhão, falou sobre a entrada de investimentos a partir de concessões e sobre o uso
Equipamento foi utilizado como backup durante a parada de manutenção.
O certame, lançado em Belo Horizonte pelo ministro Ricardo Salles junto ao governador Romeu Zema, prevê o investimento de R$
A Alep (Assembleia Legislativa do Paraná) aprovou em primeiro turno nesta segunda-feira (24), a criação do Plano Estadual de Resíduos
A startup surge para solucionar a questão do descarte incorreto de óleo de cozinha usado em residências no Brasil.
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.