São Paulo/SP agora tem movimento para ampliar coleta seletiva na capital :“recicla sampa”
Conscientizar os paulistanos a separarem o lixo domiciliar em dois : comum e reciclável, e com isso facilitar a coleta
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Conscientizar os paulistanos a separarem o lixo domiciliar em dois : comum e reciclável, e com isso facilitar a coleta
A força tarefa atuou na região nordeste (Valle Verde, Adalberto Roxo e Vistas do Horto) em pontos alvos de descarte
Chuva forte na capital arrasta ‘mar de lixo’ até a cidade do interior. Garrafa pet, bolinhas de plástico e até
Os vereadores da Câmara Municipal de Campo Grande realizam nesta segunda-feira (25), às 9 horas, Audiência Pública para debater sobre
Decreto publicado dispõe normas para coleta e descarte de resíduos.
Será construída no Estado uma usina de geração de biogás, que transforma os resíduos em eletricidade para abastecer as casas
Cerca de 23 toneladas de lixo sólido indevido são despejados em média por mês no sistema de esgotos de Natal.
Em mais uma medida visando à sustentabilidade ambiental, a secretaria do Meio Ambiente da Prefeitura de Ubatuba passará a receber
A gestão de resíduos sólidos, medida que integra o plano de Logística Sustentável do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM).
O ecoponto para descarte de resíduos que vai ser inaugurado nesta quinta-feira (7), fica na rua Pacajus, 194, no bairro
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.