Gerenciamento de áreas contaminadas e tecnologias de remediação
Conheça as etapas de identificação e as tecnologias mais usadas em áreas contaminadas.
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Conheça as etapas de identificação e as tecnologias mais usadas em áreas contaminadas.
Maior estação de tratamento de esgoto do Paraná poderá aproveitar parte do lodo para geração de gás biometano.
Conheça as etapas de identificação e as tecnologias mais usadas em áreas contaminadas.
Segundo Luana de Oliveira e Silva, o Programa Nacional Lixão Zero investirá pouco mais de R$ 12 milhões nesses municípios.
O lodo gerado é destinado à uma empresa que realiza a compostagem, fechando o ciclo sustentável desse insumo que seria
Um grupo de pesquisadores do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) está realizando um projeto para encontrar soluções técnicas de gerenciamento
Por um longo tempo, ele foi uma solução. Leve, resistente e moldável, mas, quando mal utilizado, o plástico causa prejuízos
Cerca de 515 toneladas de lixo foram recolhidos pela Sanepar no litoral do Paraná durante a atual temporada de verão.
Estudo faz parte do projeto “PharmArctic”, que investiga os impactos de toxinas nos ecossistemas árticos e a relação com atividades
A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) está implantando um novo sistema de secagem do lodo gerado na estação de
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.