Porto Alegre/RS: Smams autua por disposição irregular de resíduos da construção
Os resíduos da construção civil são aqueles provenientes de construções, reformas, reparos e demolições em obras de construção civil.
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Os resíduos da construção civil são aqueles provenientes de construções, reformas, reparos e demolições em obras de construção civil.
Abeaço assina junto ao Ministério do Meio Ambiente o 1º Termo de Compromisso para implantação do sistema de logística reversa
Novo relatório aponta caminhos para acelerar a transição energética em prol do clima global até 2050, com a criação de
São recolhidos, diariamente, cerca de 300 toneladas de troncos, galhos e palha de grama na cidade. Licença de operação da
Iniciativa da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana irá controlar todo o processo de geração até destinação final por meio de
O setor industrial defende a regulamentação do uso de resíduos sólidos para geração de energia.
A Companhia de Gás do Estado do Rio Grande Sul (Sulgás) lança hoje o edital para recebimento de propostas da
Desde dezembro de 2018, a destinação dos resíduos é um aterro sanitário adequado em Salgueiro-PE, quando o município assinou um
Durante o mês de março foram contabilizadas 45 ocorrências de descarte irregular de resíduos sólidos volumosos e restos de materiais
Cinco anos após o fim do prazo para eliminação dos lixões em todo o Brasil, 56,5% dos municípios pernambucanos descartam
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.