EUA identifica aterros “superemissores”
Pesquisadores do Laboratório de Propulsão a Jato e Aviação Científica da NASA descobriram que alguns aterros sanitários dos Estados Unidos
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Pesquisadores do Laboratório de Propulsão a Jato e Aviação Científica da NASA descobriram que alguns aterros sanitários dos Estados Unidos
Foram debatidas propostas e soluções para a destinação correta de resíduos sólidos. O simpósio reuniu secretários municipais da área do meio
Toda a energia da Terra é, em última instância, irradiada para o espaço – é por isso que há tanto
A utilização do Iodo de esgoto em solos agrícolas tem como benefício o fornecimento de nutrientes orgânicos para as culturas,
A fábrica da Schaeffler UK em Sheffield, na Inglaterra, tem como objetivo reciclar o máximo de resíduos possível.
O secretário Nacional de Saneamento do MDR, Pedro Maranhão, afirmou aos gestores pernambucanos que o novo marco legal do setor
Responsável por mais de 95 organizações, o Roteiro do Pacto dos EUA para Plásticos descreve ações e responsabilidades específicas para
Com ações e iniciativas variadas, Sorocaba subiu em ranking ambiental das cidades do Estado de SP.
Márcio Nunes lembrou que o programa segue os nos moldes do Descomplica Rural, lançado ano passado: o programa emitiu mais
Protocolo de Intenções foi assinado com a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Meio Ambiente de São Paulo.
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.