Má gestão de resíduos sólidos transforma países em lixões do mundo
A falta de fiscalização de alguns países na compra de produtos de segunda mão alia-se ao despejo ilegal, nos menos
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
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A gestão de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) teve um desenvolvimento considerável nos últimos anos; no entanto, em países emergentes como
Em conformidade com as legislações federal e nacional, o município de Campo Mourão fará as adequações nas questões que tratam
A REGEN Fiber prevê a reciclagem de mais de 30.000 toneladas de materiais de pás deaerogeradores por ano.
Os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de produtos que, após uso pelo consumidor, gerem embalagens em geral como resíduos, no
O destino do porta-aviões desativado São Paulo tem apontado para uma divergência quanto ao que seria ideal para a desativação
O programa é um sistema de recompensa que converte resíduos sólidos em pontos que podem ser convertidos em diversos produtos
Apenas no ano passado, foram destinadas corretamente 52,5 mil toneladas de embalagens vazias.
O secretário da pasta, Sabá Reis, acompanhou todo o trabalho da equipe e disse que, diariamente, a prefeitura realiza o
Na manhã da quarta-feira, dia 25 de janeiro, o vice-prefeito Major Marcos Tuckumantel recebeu representantes da Caixa Econômica Federal e
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.