Estado/MG inicia projeto para desativar 26 lixões no Centro-Oeste
Na quinta-feira (31/3), ocorreu em Divinópolis a primeira reunião referente à estruturação de Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Na quinta-feira (31/3), ocorreu em Divinópolis a primeira reunião referente à estruturação de Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental
A preocupação com a reciclagem efetiva do plástico tem se manifestado como prioritária em diversos fóruns de discussão, e a
No próximo dia 31, a startup Central de Custódia, empresa que atua desde 2021 como verificador independente dos resultados da
O Projeto de Lei 270/22 cria um sistema nacional de logística reversa para resíduos têxteis, como produtos usados e descartados,
Para desenvolver um processo mais sustentável e que garanta a recuperação de compostos químicos das baterias em fim de vida
O estudo foi apresentado por Yuri Schmitke, presidente da ABREN, que ressalta que a economia com a instalação das UREs
Os projetos devem também atender a Lei nº 6.844, que incentiva a criação de Centros de Apoio para a Reciclagem
Há ainda 76 municípios que destinam seus resíduos em aterros sanitários ou unidades de triagem e compostagem sem licença ambiental.
A decisão de 2 de março foi recebida com aplausos e lágrimas de delegados de 175 estados-membros.
Empresas geradoras e gestoras de resíduos industriais com características inflamáveis ficam proibidas de enviar os resíduos para aterros no estado
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.