Apenas 4% dos municípios goianos tem tratamento adequado para o lixo, afirma secretária
Cerca de 96% dos municípios goianos ainda depositam seus lixos a céu aberto. Andrea Vulcanis destaca ainda os malefícios que
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Cerca de 96% dos municípios goianos ainda depositam seus lixos a céu aberto. Andrea Vulcanis destaca ainda os malefícios que
De acordo com estimativas da ANP, todos os anos 10 milhões de m³ de óleo lubrificante usado é descartado incorretamente.
Empreendimento, que será instalado na Fazenda Santa Inês, no Bairro Linhares, vai receber cerca de 150 m³ de resíduos, 20%
Instrumento vai mapear potencial de investimento para aproveitamento energético de resíduos.
Primeira norma de referência da ANA para o saneamento dá diretrizes para sustentabilidade financeira dos serviços de manejo de resíduos
A produção de produtos químicos pode ajudar a tornar a reciclagem mais atraente e combater a poluição global de plásticos..
Pela primeira vez na história de leilões para suprimento de energia para o mercado cativo projetos de empreendimentos que efetuam
A engorda da faixa de praia gerou uma profundidade na entrada do mar. O efeito reduziu em 2020, mas pesquisador
Enquanto uma parte desses resíduos é reaproveitada para adubo e outras aplicações de terra, uma quantidade substancial ainda é
Segundo a Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (Abren), o Brasil produziu cerca de 253 mil toneladas de lixo
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.