Pesquisa na USP analisa eficácia da Política Nacional de Resíduos Sólidos em São Paulo
A pesquisa mostrou que, nesse período, a Prefeitura de São Paulo, utilizando verbas federais, considerou a coleta seletiva 100% implantada
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
A pesquisa mostrou que, nesse período, a Prefeitura de São Paulo, utilizando verbas federais, considerou a coleta seletiva 100% implantada
O correto, de acordo com a norma, é que os estabelecimentos se responsabilizem pela coleta, transporte e destinação do lixo
Os moradores de São Carlos (SP) enfrentam problemas com o mau uso dos ecopontos, locais que servem para o descarte
Em alguns casos, os sacos de lixo se acumulam em frente às casas e o transtorno só não é maior
Estabelecimentos de Teresina não contarão mais com a coleta, transporte e destinação final de seus resíduos sólidos extra domiciliares mantidos
Uma grande parte do aterro se deslocou na sexta-feira (28), deixando o lixo exposto.
O espaço faz parte do projeto Feiras e Jardins Sustentáveis da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), em parceria com as Subprefeituras
A partir de janeiro, todas as pessoas que não separarem o lixo no Porto — as embalagens, os vidros, o papel e
O secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella. O programa deverá exigir investimentos de R$ 800 milhões.
Já que não existe “fora” – o planeta é um só e todas as maneiras de destinar resíduos têm impacto
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.