Califórnia será o primeiro estado americano a definir diretrizes sobre microplásticos em água potável
Os microplásticos mais difundidos nos EUA chegam às fontes de água a partir de roupas, cosméticos e processos industriais.
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Os microplásticos mais difundidos nos EUA chegam às fontes de água a partir de roupas, cosméticos e processos industriais.
A expectativa é que, dando prosseguimento ao acordo, seja resolvido pelo menos um terço dos problemas envolvendo a destinação correta
Iniciativa inédita cria diretrizes e políticas públicas para a destinação adequada destes resíduos na cidade.
O Estado do Paraná aparece entre os grandes centros do Brasil com maior potencial para o reaproveitamento de energia através
A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) inaugurou a série de eventos “Ciência UFSCar”, com o tema “Mudanças climáticas: impactos
Coronel Giovanne Silva afirma que incluir a Funasa na discussão sobre o manejo de resíduos e água define melhor o
Objetivo é fazer de São Paulo referência no reaproveitamento de peças e na correta destinação dos resíduos do setor.
O trabalho de conscientização é realizado pela Ação Baixo Pirajuçara, uma das frentes de trabalho da Sabesp no Novo Rio
A solução escolhida para atender a demanda foi a locação de motobombas a diesel ITU-44S10, da Itubombas.
Técnica criada por pesquisador da USP faz a zeína (proteína do milho) ser obtida de forma mais eficiente, possibilitando que
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.