Itaipu investe em maquinários para reforçar a gestão de resíduos em Toledo/PR
Programa de Gestão por Bacias Hidrográficas de Itaipu investe R$38 milhões/ano assegurando a segurança hídrica e promovendo o desenvolvimento territorial
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Programa de Gestão por Bacias Hidrográficas de Itaipu investe R$38 milhões/ano assegurando a segurança hídrica e promovendo o desenvolvimento territorial
A parceria viabilizará a prospecção das melhores oportunidades de negócios no setor e a atração de investidores privados.
Após a regionalização dos serviços de água e esgoto avançar no Brasil, o governo federal aposta na formação de blocos
No último dia 13 de Janeiro de 2022, foi regulamentado o decreto 10.936, da lei 12.305, de 2010, da política
O projeto contempla a prestação dos serviços de manejo de resíduos sólidos urbanos, incluindo as atividades de transbordo, transporte, tratamento,
A proporção permeado/concentrado, que mede a eficiência ou rendimento do sistema de tratamento, dependerá da qualidade do chorume à entrada
Através do Plano, será traçado um planejamento estratégico para os próximos 20 anos, composto por diretrizes, estratégias e metas para
Foram recolhidos 3,5 milhões de quilos durante o ano; em 2020, foram coletados 2,6 milhões de quilos.
Na segunda (24), a Associação Mineira de Municípios (AMM) promoveu um importante encontro virtual para trazer informações relevantes no âmbito
A partir da discussão sobre a taxa do lixo, veja os principais gargalos de Fortaleza na gestão dos resíduos sólidos
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.