Paraná receberá R$ 930 milhões para investir em projetos ambientais
O Fundo Estadual do Meio Ambiente (FEMA) do Paraná, que é utilizado para ações de recuperação e proteção ambiental em
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
O Fundo Estadual do Meio Ambiente (FEMA) do Paraná, que é utilizado para ações de recuperação e proteção ambiental em
De acordo com o aviso de licitação, a empresa contratada fará a gestão dos sistemas de coleta de resíduos sólidos
As embalagens de poliestireno expandido, mais conhecido como isopor, estão proibidas em padarias, lanchonetes, delivery e empresas similares de Sorocaba
É consenso no mercado de energia que o hidrogênio terá papel estratégico para a descarbonização da matriz energética global.
O principal objetivo trata do enfrentamento às desigualdades e às mudanças climáticas, utilizando a “Plataforma Cidades Sustentáveis”.
Investimentos na ordem de R$ 7 bilhões permitirão ao setor acrescentar 2,3 mil MW novos à matriz elétrica até 2026.
Fones de ouvido, pilhas, celulares, eletrodomésticos. Todos esses utensílios, quando deixam de funcionar e não são mais aproveitados, viram lixo
A logística reversa segue a Lei nº 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).
Eventos contaram com painéis sobre os principais eixos da política de resíduos sólidos.
O montante captado deverá ser destinado ao financiamento de pelo menos cinco projetos, com aplicação limitada a até 20% do
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.