RS publica regramento para destinação de resíduos em áreas atingidas pelos temporais
O Governo do Estado, por meio da (Sema) e da (Fepam) publicou, no Diário Oficial da terça-feira (12/9), a Instrução
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
O Governo do Estado, por meio da (Sema) e da (Fepam) publicou, no Diário Oficial da terça-feira (12/9), a Instrução
Com vazão de 209 milhões de litros por segundo, o rio Amazonas, um dos maiores do mundo em volume, leva
Normativas do Estado sobre coleta e restituição do resíduo sólido ao setor que o produziu dão mais efetividade ao processo.
A planta, inaugurada na quinta-feira (17) começou a operar em fase de testes e deverá funcionar a pleno no começo
Segundo o Aviso de Prorrogação, os municípios terão até 20 de setembro para enviar os documentos.
A magistrada aceitou recurso apresentado pela empresa Aegea Saneamento e participações, que apontou cinco irregularidades no edital de licitação.
O objetivo é fazer com que Prefeitura e Comsercaf adotem medidas de remediação ambiental na área conhecida como estação do
Unidade do município produz 9 mil toneladas de Polietileno Tereftalato (rPET) por ano, e passará para a capacidade de 25
Desembargadora do TJ-PA determinou a continuidade da licitação para destinação do lixo da capital paraense, que havia sido suspensa por
Segundo o Aviso de Abertura de Prazo nº 003/2023, os municípios terão até as 23h59 de 20 de agosto para
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.