Consórcios mineiros vão receber recursos para gestão de resíduos
Trabalho próximo da Semad permitiu entender o cenário de cada localidade e prestar suporte no acesso aos investimentos federais.
13/05/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Trabalho próximo da Semad permitiu entender o cenário de cada localidade e prestar suporte no acesso aos investimentos federais.
Se há 2 anos a PETase foi reprojetada para devorar plástico 20% mais rapidamente.
Vinte e três consórcios municipais, foram habilitados para estruturar projetos de concessão de serviços públicos de manejo de resíduos sólidos
O local, que abrigou 150 milhões de toneladas de lixo, será um parque estadual de 2.200 acres – 9 Km2.
Para a diretora da Ciclus Ambiental, Adriana Felipetto, a inclusão desta técnica na norma brasileira foi um marco importante.
Os rejeitos da coleta seletiva podem se transformar em CDR (Combustível Derivado de Resíduo).
Em janeiro de 2018, a China parou de aceitar a maioria dos recicláveis plásticos de nações ocidentais.
Os recursos fazem parte de termo aditivo assinado nesta quinta-feira (9) entre a pasta e o Banco Nacional de Desenvolvimento
Uma lei aprovada há dez anos é a mais importante na tentativa de acabar com os lixões a céu aberto
No mês de agosto deste ano, 17,31 quilômetros de redes de esgoto passaram por limpeza preventiva em Mauá.
Os investimentos em saneamento dispararam nos últimos anos graças ao novo Marco Legal, mas um nicho que “ficou para trás” está sendo visto por muitos como a próxima grande oportunidade do setor.
Nos últimos meses, uma sequência de notícias sobre concessões esvaziadas, revisões de modelagens e redução do interesse privado em projetos de saneamento reacendeu um debate incômodo. O novo marco legal do setor (Lei 14.026/2020) estaria falhando em sua principal promessa: a universalização dos serviços até 2033?