Garrafas são projetadas para reúso em construções emergenciais
As Garrafas da Amizade fornecem água potável e depois reaproveitadas na construção de abrigos para ajuda humanitária.
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
As Garrafas da Amizade fornecem água potável e depois reaproveitadas na construção de abrigos para ajuda humanitária.
Projeto terá investimento de R$ 520 milhões e capacidade para abastecer 320 mil pessoas.
O Ribeirão Bom Jardim é um dos mananciais que abastecem Uberlândia e sua cachoeira é bastante frequentada nos fins de
A Capital cearense está entre as 12 selecionadas para participar da iniciativa de Cooperação Urbana da União Europeia; Fortaleza trocará
Evento reuniu as principais demandas dos estados para a COP26, na manhã da segunda-feira (27/09).
Programa estadual pretende recuperar 1,5 milhão de hectares de vegetação nativa até 2050.
A usina térmica vai transformar resíduos sólidos urbanos em pequena escala em cinzas e com isso não poluirá o meio
Estado já realizou o leilão de concessão dos serviços de saneamento para tratamento de água e esgoto em Cariacica e
O Projeto Síntese, idealizado em 2018 pelos alunos de Engenharia Química da Faculdade de Tecnologia (FAT) da Uerj, localizada no
O processo licitatório está dividido em dois lotes no valor total da contratação de R$ 49.529.673,57.
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.