De quem é a responsabilidade por grandes quantidades de resíduos sólidos?
Os grandes geradores são pessoas físicas ou jurídicas que produzem mais de 120 litros de resíduos por dia em estabelecimentos
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Os grandes geradores são pessoas físicas ou jurídicas que produzem mais de 120 litros de resíduos por dia em estabelecimentos
A maioria das cidades tem déficits na contratação ou na manutenção desses serviços, pois a fonte de financiamento, quando existe,
O descarte correto é o primeiro passo para que esse lixo não tome conta do entorno.
Uma espécie de lixão com roupas usadas descartadas no meio do Deserto do Atacama tem crescido de maneira tão significativa
Estimativa de organização é que foi reciclado neste ano metade do estipulado para 2022 pela Política Nacional de Resíduos Sólidos.
Com Danone e Unilever entre investidores, Circulate Capital identificou 164 oportunidades só no Brasil.
Cidade reaproveita material em vias não pavimentadas e na fabricação de artefatos de concreto ecológico.
Empresas que atuam com aterros sanitários estão investindo na produção de gás de lixo e tecnologias de reciclagem.
Muitas das grandes cidades de hoje comportam uma quantidade de habitantes maior do que foram projetadas.
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), lança a Norma ABNT NBR 17100-1 – Gerenciamento de Resíduos Parte 1: Requisitos
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.