Microplásticos depositados no fundo do mar triplicam em 20 anos
Microplásticos no fundo do mar A quantidade total de microplásticos depositados no fundo dos oceanos triplicou nas últimas duas décadas
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Microplásticos no fundo do mar A quantidade total de microplásticos depositados no fundo dos oceanos triplicou nas últimas duas décadas
“No ano passado, foram destinados 150 toneladas de materiais recicláveis para as unidades de processamento, total de entrada nas UPMRs
O consórcio formado pelas empresas AEGEA e ENGEP Ambiental foi o vencedor, tendo um fator de redução de 15,12% no
Todos sabem que o encerramento da unidade foi, durante longos anos, um sonho da atual gestão, mas como disse, diversos
O projeto é uma articulação do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) com o Governo do Estado, por
A ideia é reciclar 1,5 bilhão de fraldas descartáveis que acabam em aterros sanitários no país por ano.
O líder do governo, Gardel Rolim (PDT), esclareceu: “de acordo com o que está no projeto de lei, só pagará
Os entes estão isentos das taxas de estruturação de projetos, assim como ocorreu nos editais lançados recentemente referentes a modelos
Além disso, permite que empresas dedicadas a gerar energia a partir do aproveitamento dos resíduos sólidos em aterros sanitários possam
O evento reuniu autoridades, executivos das principais companhias do setor, além de lideranças e especialistas em assuntos críticos, para discutir
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.