Com reciclagem de resíduos, Brasil pode faturar R$ 1 trilhão
A reciclagem é um dos sete Rs da economia circular (Repensar, Recusar, Reduzir, Reaproveitar, Reutilizar, Reciclar e Recuperar).
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
A reciclagem é um dos sete Rs da economia circular (Repensar, Recusar, Reduzir, Reaproveitar, Reutilizar, Reciclar e Recuperar).
O evento contou com a participação de diversos países da Europa e América do Norte e América Latina.
Ele explica que, atualmente, a gestão dos materiais não é feita da forma adequada porque muitos municípios ainda não realizam
Segundo o prefeito Caio Cunha, o material será reaproveitado para recuperação da Estrada do Procópio, em um trecho de aproximadamente
A novidade será a adoção de 24 caminhões para a varrição mecanizada das principais avenidas da capital, com previsão de
A Central Municipal de Resíduos (CMR) ajudará no tratamento e destinação adequada do lixo produzido no Município, além de gerar
O envio das informações, bem como realizar o acesso no sistema estão explicados no manual no próprio site do SINIR.
Há algum tempo o problema é pauta de debates entre autoridades mundiais, porém a evolução para solucionar a situação é
Parceria com a Eureciclo coloca PepsiCo de olho no conceito de economia circular.
Decreto do Governo obriga o recolhimento de parte do vidro, papelão, metais ou plásticos que setor privado coloca no mercado.
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.