Cientistas descobrem que bactérias do estômago de bovinos têm a capacidade de degradar plásticos
Desde a década de 1950, mais de 8 bilhões de toneladas de plástico foram produzidas – o equivalente em peso a 1 bilhão
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Desde a década de 1950, mais de 8 bilhões de toneladas de plástico foram produzidas – o equivalente em peso a 1 bilhão
A interdependência entre o meio ambiente e a saúde da população deve ser levada em conta por parlamentares.
Normatização das boas práticas dá agilidade aos processos de viabilidade de coleta.
Portanto, contribuir para a erradicação dos lixões e para o aumento do reaproveitamento dos resíduos pela via da triagem, reciclagem
Novo conteúdo da plataforma Educa+ é voltado à sociedade geral.
Os neozelandeses estarão se despedindo de seus plásticos – bolsas, fones de ouvido, colheres e canudos – enquanto o governo
A regionalização da gestão dos resíduos sólidos foi o tema debatido pelos prefeitos integrantes do Consimares (Consórcio Intermunicipal do Manejo
Como consequência, a necessidade de adesão a práticas de reciclagem se torna ainda mais latente.
Se houvesse investimento no tratamento de resíduos, o Brasil reduziria esses custos localizados principalmente com sua saúde pública, diz Presidente
Para o presidente do Nutec, Francisco Magalhães, o novo laboratório dará melhores condições de atendimento à indústria.
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.