Regiões Metropolitanas de Goiás podem atrair investimentos de até R$ 7,3 bilhões para gerar energia a partir do lixo
As regiões metropolitanas de Goiás, considerando-se as microrregiões do Oeste, Centro e Leste do estado, aparecem com destaque em um
02/06/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
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O presente trabalho tem como tema a Coleta de resíduos sólidos: estudo de caso em uma cidade do norte fluminense.
O governo aprovou na quinta-feira (8) um Plano Nacional de Economia Circular, que pretende criar um ambiente regulatório favorável ao
Uma comitiva de Criciúma esteve nesta semana nos municípios de Timbó e São Bento do Sul, no Norte de Santa
Enquanto no país, muitas cidades permanecem com lixões a céu aberto, em Rondônia 96% dos municípios realizam destinação sustentável dos
O número faz parte do total de 40 novas iniciativas lançadas no âmbito das PPPs no mês de março, o
Custo Projeto Tratamento Resíduos As soluções propostas possibilitarão reduzir em 75% os custos do projeto, que está em fase de
O Samae firmou um convênio com o Consórcio Intermunicipal do Médio Vale do Itajaí (Cimvi) para tirar do papel um
Os debates em torno da preocupação com a sustentabilidade no meio corporativo já não são mais novidade nos tempos modernos.
A fabricante de alimentos e bebidas PepsiCo e a eureciclo, organização dedicada ao fortalecimento da cadeia de reciclagem de resíduos,
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.