Projeto cria sistema nacional de logística reversa para resíduos têxteis
O Projeto de Lei 270/22 cria um sistema nacional de logística reversa para resíduos têxteis, como produtos usados e descartados,
13/05/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
O Projeto de Lei 270/22 cria um sistema nacional de logística reversa para resíduos têxteis, como produtos usados e descartados,
Para desenvolver um processo mais sustentável e que garanta a recuperação de compostos químicos das baterias em fim de vida
O estudo foi apresentado por Yuri Schmitke, presidente da ABREN, que ressalta que a economia com a instalação das UREs
Os projetos devem também atender a Lei nº 6.844, que incentiva a criação de Centros de Apoio para a Reciclagem
Há ainda 76 municípios que destinam seus resíduos em aterros sanitários ou unidades de triagem e compostagem sem licença ambiental.
A decisão de 2 de março foi recebida com aplausos e lágrimas de delegados de 175 estados-membros.
Empresas geradoras e gestoras de resíduos industriais com características inflamáveis ficam proibidas de enviar os resíduos para aterros no estado
A concessionária Mirante, responsável pelo esgotamento sanitário da área urbana de Piracicaba por meio de uma PPP (Parceria Público-Privada) com
A conquista é resultado da ampliação e modernização da Central de Tratamento de Resíduos Sólidos da unidade com o objetivo
A Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (ABREN) estima que tenham sido investidos R$ 150 milhões em usinas de
Os investimentos em saneamento dispararam nos últimos anos graças ao novo Marco Legal, mas um nicho que “ficou para trás” está sendo visto por muitos como a próxima grande oportunidade do setor.
Nos últimos meses, uma sequência de notícias sobre concessões esvaziadas, revisões de modelagens e redução do interesse privado em projetos de saneamento reacendeu um debate incômodo. O novo marco legal do setor (Lei 14.026/2020) estaria falhando em sua principal promessa: a universalização dos serviços até 2033?