Lixões se espalham pelos bairros de São Gonçalo/RJ
Outro agravante é a falta de uma empresa de varrição, já que o contrato com a antiga empresa foi
13/05/2026
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Outro agravante é a falta de uma empresa de varrição, já que o contrato com a antiga empresa foi
É esta a proposta do município do estado do Rio Grande do Sul para os materiais orgânicos que, hoje, são
Isso resulta, só na cidade de São Paulo, em 18mil toneladas diárias de resíduos que custam aos cofres públicos 1,5
A cidade, aliás, é a única da região que ainda não tem o Plano Municipal de Resíduos Sólidos, que inclui
Os alemães se orgulham de seu sistema de reciclagem; até mesmo livros infantis contam a história das latas coloridas.
A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) acaba de completar oito anos e ainda assim o País vive um grande
A Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre) apresentou aos membros do Ministério Público do Meio
O estado de Santa Catarina registrou a movimentação de mais de 15 milhões de toneladas de resíduos e efluentes privados.
O aterro sanitário sempre foi, e sempre será, um elo fundamental na adequada cadeia do gerenciamento sustentável dos resíduos públicos.
De acordo com o organismo da ONU, 99% dos produtos que compramos são jogados fora dentro de seis meses.
Os investimentos em saneamento dispararam nos últimos anos graças ao novo Marco Legal, mas um nicho que “ficou para trás” está sendo visto por muitos como a próxima grande oportunidade do setor.
Nos últimos meses, uma sequência de notícias sobre concessões esvaziadas, revisões de modelagens e redução do interesse privado em projetos de saneamento reacendeu um debate incômodo. O novo marco legal do setor (Lei 14.026/2020) estaria falhando em sua principal promessa: a universalização dos serviços até 2033?