PepsiCo recupera 8 mil toneladas de plástico flexível de embalagens
Parceria com a Eureciclo coloca PepsiCo de olho no conceito de economia circular.
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Parceria com a Eureciclo coloca PepsiCo de olho no conceito de economia circular.
Decreto do Governo obriga o recolhimento de parte do vidro, papelão, metais ou plásticos que setor privado coloca no mercado.
O mercado da sucata está sempre em pauta quando o assunto é economia e ESG (Environmental, Social and Governance).
Os dois materiais não costumam ser reciclados porque é complexo reutilizar o material para dar origem a um novo produto.
Trabalho sugere impacto positivo sobre o ambiente e a aderência à Política Nacional de Resíduos Sólidos.
A primeira fase do trabalho iniciou na semana passada, quando profissionais da empresa estiveram em Brusque para entender como é
A publicação é elaborada pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe).
Já são dez mil toneladas de lixo acumuladas nas ruas de Paris desde que os garis entraram em greve contra
Passou-se mais tempo, veio o novo marco legal do saneamento, que foi em 2020, e estabeleceu novos prazos para erradicarem
A reunião será realizada no plenário da Câmara e faz parte do trâmite obrigatório para projetos de lei dessa natureza.
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”