AMM debate gestão de resíduos sólidos urbanos e as novidades trazidas pelo Novo Marco Legal do Saneamento
Na segunda (24), a Associação Mineira de Municípios (AMM) promoveu um importante encontro virtual para trazer informações relevantes no âmbito
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Na segunda (24), a Associação Mineira de Municípios (AMM) promoveu um importante encontro virtual para trazer informações relevantes no âmbito
A partir da discussão sobre a taxa do lixo, veja os principais gargalos de Fortaleza na gestão dos resíduos sólidos
Durante o período da pandemia da Covid-19 (2020/2021), a geração de resíduos sólidos urbanos (RSU) nos domicílios brasileiros cresceu cerca
Nos últimos anos, a temática da sustentabilidade ambiental ganhou um novo impulso com suas perspectivas estratégicas de desenvolvimento global.
O Governo Federal está preparando um programa para estimular a produção de combustíveis verdes a partir da transformação de resíduos
O Programa de Pós-Graduação em Engenharia Sanitária e Ambiental (PPGESA) da UFPA vai realizar um workshop acadêmico no dia 21 de janeiro de 2022,
Porém, ponderaram que o texto pode ser discutido judicialmente pela exclusão da previsão de audiências públicas para formulação dessas políticas.
Com 2,5 quilômetros de extensão, a praia fica localizada bem no meio da Baía da Guanabara. Por essa característica geográfica
A Agems (Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos), está atuando intensamente na gestão dos resíduos sólidos em Mato Grosso
De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), durante este intervalo a geração
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”